Ando solitário agora.
Tudo brinda no meu eu.
Meus sonhos sozinhos minam
Minha própria consciência
Fazendo-me enxergar claramente
Coisas em vão -cotidiano-, me
Refujo olhando para minhas próprias
Pernas sem me importar aonde podem
Me levar, looonge. Olhando para as
Mãos sinto vontade de pegar os sonhos,
Aos olhos restou apenas o caos.
O resto é nada. (A. G.)
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