Estava ouvindo a rádio, quando de repente começa a tocar uma música... de seu ídolo ...
ai é impossivel não lembrar de vc, do seu sorriso, da sua voz, seu olhar, da sua paixão....do seu colo.
E também de as coisas que vivemos juntos....
Hoje, depois de olhar friamente tudo que fiz e deixei de fazer, tenho certeza
de que ter te conhecido e namorar contigo foi a melhor, ou talvez a única coisa boa que aconteceu na minha vida!
Senti isso - saudade com euforia- uma certa vez e te liguei, só queria ouvir sua voz e bater um papo! ... mas o momento não muito bom, imagino eu!
Hoje senti isso um pouco mais....talvez pq eu esteja só.....um solitário talvez...ou um nada...
Sinto muito a sua falta...
e queria que tudo fosse como antes...
saudades eternas!
><)));>
solitário solidário
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
? que chuva é essa meu amigo ?
? que brecho é esse ?
a cidade!
a chuva!
o governancia!
a sindicancia!
tudo em abundancia!
com essa ancia toda,
olha
as crateras no asfalto cinza,
os milagres da operação tapa.
o barrranco barrado,
o mudo condominio,
no muro de berlim!?
Eles tem tanto fascinio pelo desiludido.
dizendo ter poder com o controle remoto
de sua propria incapacidade motora
ofuscado pelo brilho
do quadradilho
sem notar que é um abismo
ou mais.
olha
as criaturas na cidade
para la e para cá
a modo formigas toximas,
tentando deixar de ser consumidor
para passar a ser fornecedor.
deixando de lado
os precipicios,
a chuva de leve caindo
olhares de trocadilhos.
fumaça subindo
? meu amigo que horas essa chuva vai passar?
? pra gente se encontrar?
! fumar, beber, degustar, saber!
a cidade iinundada não pára.
da balostrada não vejo você.
.........................................................................................................................................
Kd vc meu amigo guebo!?
segunda-feira, 7 de maio de 2012
VIDA NOTURNA (trecho)
II
E jogar sinuca
na vida noturna
é foda;
sinuca é um jogo
de aperto psicológico
imenso;
e na noite tudo
é como The Who,
tudo é como Jogar
(invisivelmente)
um Marlboro ao peito
de outrem e olhar
feio no fundo do olho
e sorrir.
Malandro, na noite
roupa branca não adianta.
Não adianta só saber,
tem que escrever,
jogar sinuca,
saber as manhas de todos
os dengos, não adianta:
roupa branca, só
depois que teu trabalho
já for certo,
também isso
e é preciso
só ouvir The Who-
Só não.
É preciso ouvir a noite
onde os jogos nasceram
e acontecem,
agradeço de antemão aos Jogos,
por me terem dado àquela hora,
que não era
nem do meu nascimento
nem do meu parto,
apenas sete poemas
jogos invisíveis
I II III IV V VI VII,
- e é bom que
brinco-te, noite,
com o romano -
muito diurnos
para este,
sete poemas
de dez versos
tão abstratos
como eu era outrora;
hoje "o som
dos cara é
barril", e
os caras do som
pedem sempre outra.
O rock’n’roll,
os novos anos
’22 já estavam
aí à noite, e do meu lado
um homem do
prato como Edith,
e o anjo do
outro ombro
vestido de
camisa curta
preta rasgada
na barriga:
"punks make
peace offer" e
eu comungo
nesta oferta
de paz.
(...)
E jogar sinuca
na vida noturna
é foda;
sinuca é um jogo
de aperto psicológico
imenso;
e na noite tudo
é como The Who,
tudo é como Jogar
(invisivelmente)
um Marlboro ao peito
de outrem e olhar
feio no fundo do olho
e sorrir.
Malandro, na noite
roupa branca não adianta.
Não adianta só saber,
tem que escrever,
jogar sinuca,
saber as manhas de todos
os dengos, não adianta:
roupa branca, só
depois que teu trabalho
já for certo,
também isso
e é preciso
só ouvir The Who-
Só não.
É preciso ouvir a noite
onde os jogos nasceram
e acontecem,
agradeço de antemão aos Jogos,
por me terem dado àquela hora,
que não era
nem do meu nascimento
nem do meu parto,
apenas sete poemas
jogos invisíveis
I II III IV V VI VII,
- e é bom que
brinco-te, noite,
com o romano -
muito diurnos
para este,
sete poemas
de dez versos
tão abstratos
como eu era outrora;
hoje "o som
dos cara é
barril", e
os caras do som
pedem sempre outra.
O rock’n’roll,
os novos anos
’22 já estavam
aí à noite, e do meu lado
um homem do
prato como Edith,
e o anjo do
outro ombro
vestido de
camisa curta
preta rasgada
na barriga:
"punks make
peace offer" e
eu comungo
nesta oferta
de paz.
(...)
segunda-feira, 19 de março de 2012
O QUE A ARTE QUER?
"Olha, vem comigo aonde eu for
Seja minha amante, meu amor
Vem seguir comigo o meu caminho
E viver a vida só de amor" (Roberto)
"Que gamação
Não sei se fico
Ou se meto o pé
Na estrada" (Ben)
"Tumulto, corra que o tumulto está formado
Vem cá, vem vê, vem cá, vem vê-ê
Que dentro do tumulto pode estar você" (Rappa)
"Em 'Cisne Negro' (Aronofsky), a duras penas, Natalie Portman cria asas e voa. Arte = entrega (ref.masturbação). Paroxismo e paradoxo. Sonho." Reflexão acerca do Oscar: o cineasta sonha a realidade e então a realidade se torna sonho (a matéria de nós). E se em 2012 nos permitirmos (sonhar)?
Ao artista, não basta ser Agente da Transformação. É preciso transfigurar a Realidade: em prosa cristalina, sonho cinético, delírio fractal." (Buarque)
"Qualquer dia, qualquer hora..." (Lenine)
"Adeus, Guanabara! É hora do nosso passeio!" (Froes)
"Ter a visão de um mundo diferente, um mundo onde tempo já não é mais dinheiro, mas arte." (Paz)
Seja minha amante, meu amor
Vem seguir comigo o meu caminho
E viver a vida só de amor" (Roberto)
"Que gamação
Não sei se fico
Ou se meto o pé
Na estrada" (Ben)
"Tumulto, corra que o tumulto está formado
Vem cá, vem vê, vem cá, vem vê-ê
Que dentro do tumulto pode estar você" (Rappa)
"Em 'Cisne Negro' (Aronofsky), a duras penas, Natalie Portman cria asas e voa. Arte = entrega (ref.masturbação). Paroxismo e paradoxo. Sonho." Reflexão acerca do Oscar: o cineasta sonha a realidade e então a realidade se torna sonho (a matéria de nós). E se em 2012 nos permitirmos (sonhar)?
Ao artista, não basta ser Agente da Transformação. É preciso transfigurar a Realidade: em prosa cristalina, sonho cinético, delírio fractal." (Buarque)
"Qualquer dia, qualquer hora..." (Lenine)
"Adeus, Guanabara! É hora do nosso passeio!" (Froes)
"Ter a visão de um mundo diferente, um mundo onde tempo já não é mais dinheiro, mas arte." (Paz)
quinta-feira, 15 de março de 2012
depois...
Quando é que vai ser a proxima festinha??
Onde vou te encontrar?
...vc nunca está sozinha...
sempre com ar de sucumbir..
de elevar-se.
Preciso olhar nos seus olhos
novamente e quem sabe
me sentir vivo, ou parcialmente!
Essa perfeição contradotória
completamente me inclina, me fascina,
é como um feitiço...
uma topada.
Não adianta bater na mesma porta,
pois cada universo tem seu tempo.
Uns dias em choque,
outros em tempestades...
outros sem o acaso da sorte.
Onde vou te encontrar?
...vc nunca está sozinha...
sempre com ar de sucumbir..
de elevar-se.
Preciso olhar nos seus olhos
novamente e quem sabe
me sentir vivo, ou parcialmente!
Essa perfeição contradotória
completamente me inclina, me fascina,
é como um feitiço...
uma topada.
Não adianta bater na mesma porta,
pois cada universo tem seu tempo.
Uns dias em choque,
outros em tempestades...
outros sem o acaso da sorte.
E agora está ficando tarde demais
para as demandas variadas de equações do futuro.
domingo, 4 de março de 2012
O rito (15.11.09)
Sou
uma alfazema ambulante.
Sou
o céu emaconhado.
Cheiro, nevo, ando
no ônibus ouro.
Furto e sem achar
procuro a quem me buscou.
Assim saio
inexplicavelmente
todos dias santos.
Como se vive quando se vivem
todos os dias?
Hoje, um rito;
aguento a quantas me testem.
É noite verei vejo, verei vejo
cá e lá
eu sim o carente
elas sim a me matar
tirar a manufatura do meu corpo.
uma alfazema ambulante.
Sou
o céu emaconhado.
Cheiro, nevo, ando
no ônibus ouro.
Furto e sem achar
procuro a quem me buscou.
Assim saio
inexplicavelmente
todos dias santos.
Como se vive quando se vivem
todos os dias?
Hoje, um rito;
aguento a quantas me testem.
É noite verei vejo, verei vejo
cá e lá
eu sim o carente
elas sim a me matar
tirar a manufatura do meu corpo.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Mensagem
Ando solitário agora.
Tudo brinda no meu eu.
Meus sonhos sozinhos minam
Minha própria consciência
Fazendo-me enxergar claramente
Coisas em vão -cotidiano-, me
Refujo olhando para minhas próprias
Pernas sem me importar aonde podem
Me levar, looonge. Olhando para as
Mãos sinto vontade de pegar os sonhos,
Aos olhos restou apenas o caos.
O resto é nada. (A. G.)
Tudo brinda no meu eu.
Meus sonhos sozinhos minam
Minha própria consciência
Fazendo-me enxergar claramente
Coisas em vão -cotidiano-, me
Refujo olhando para minhas próprias
Pernas sem me importar aonde podem
Me levar, looonge. Olhando para as
Mãos sinto vontade de pegar os sonhos,
Aos olhos restou apenas o caos.
O resto é nada. (A. G.)
A guerra está posta. Está claro. E o amor? O amor é mais complicado.
A guerra está posta. Está claro. Mas e o amor? O amor é muito caro.
A guerra está posta. Eu sou um soldado. Todos somos. E a paz?
A guerra está posta. Este poema é uma flecha no dia de Oxóssi.
Datada a situação presente, o atual momento presente, a este momento chamamos de ... Este dia é hoje, ontem foi ..., um está depois do outro. Diante disto tudo, que fazer? Senão lutar? E fritar. E fazer. Bolar o mundo. Enfrentar esta fantástica, ser na plenitude das grandes possibilidades, encarar os medos desta fase histórica, guerra imortal, eterna vida, eternidade.
A guerra está posta. Está claro. Mas e o amor? O amor é muito caro.
A guerra está posta. Eu sou um soldado. Todos somos. E a paz?
A guerra está posta. Este poema é uma flecha no dia de Oxóssi.
Datada a situação presente, o atual momento presente, a este momento chamamos de ... Este dia é hoje, ontem foi ..., um está depois do outro. Diante disto tudo, que fazer? Senão lutar? E fritar. E fazer. Bolar o mundo. Enfrentar esta fantástica, ser na plenitude das grandes possibilidades, encarar os medos desta fase histórica, guerra imortal, eterna vida, eternidade.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Ter impetos e voar.
Silêncio...
misteriosa expressão da alma,
insondável oceano.
Secreta voz das montanhas e rochedos cinzas.
Ancias.
Manhas suaves, serenas manhas,
tão mansas e tão macias...
que parece ser feita de penas.
Feita de melodias.
De sublime luz!
Tudo à libertação...tudo ao prazer convida (vida).
Sinto indefinidas ancias...
ignorado, distante, pleno, em labirinto...
Gozo sentir-me em plena liberdade,
longe do "julgo" dos bons homens e da ronda da velha sociedade.
Nestes campos tão vastos,
acostumado a andar quilometros...
meus olhos ascendem (ao vislumbrado avanço de luz).
Tentando abandonar meus mebros já gastos...
e saltar e saltar e saltar e saltar com alma de criança
exposta ao sopro rijo do inclemente vento,
com olhos de quem lembra as folhas perdidas.
misteriosa expressão da alma,
insondável oceano.
Secreta voz das montanhas e rochedos cinzas.
Ancias.
Manhas suaves, serenas manhas,
tão mansas e tão macias...
que parece ser feita de penas.
Feita de melodias.
De sublime luz!
Tudo à libertação...tudo ao prazer convida (vida).
Sinto indefinidas ancias...
ignorado, distante, pleno, em labirinto...
Gozo sentir-me em plena liberdade,
longe do "julgo" dos bons homens e da ronda da velha sociedade.
Nestes campos tão vastos,
acostumado a andar quilometros...
meus olhos ascendem (ao vislumbrado avanço de luz).
Tentando abandonar meus mebros já gastos...
e saltar e saltar e saltar e saltar com alma de criança
exposta ao sopro rijo do inclemente vento,
com olhos de quem lembra as folhas perdidas.
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