quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Estava ouvindo a rádio, quando de repente começa a tocar uma música... de seu ídolo  ...
ai é impossivel não lembrar de vc, do seu sorriso, da sua voz, seu olhar, da sua paixão....do seu colo.
E também de as coisas que vivemos juntos....
Hoje, depois de olhar friamente tudo que fiz e deixei de fazer, tenho certeza
de que ter te conhecido e namorar contigo foi a melhor, ou talvez a única coisa boa que aconteceu na minha vida!
Senti isso - saudade com euforia- uma certa vez e te liguei, só queria ouvir sua voz e bater um papo! ... mas o momento não muito bom, imagino eu!

Hoje senti isso um pouco mais....talvez pq eu esteja só.....um solitário talvez...ou um nada...

Sinto muito a sua falta...
e queria que tudo fosse como antes...


saudades eternas!


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segunda-feira, 21 de maio de 2012

? que chuva é essa meu amigo ? ? que brecho é esse ? a cidade! a chuva! o governancia! a sindicancia! tudo em abundancia! com essa ancia toda, olha as crateras no asfalto cinza, os milagres da operação tapa. o barrranco barrado, o mudo condominio, no muro de berlim!? Eles tem tanto fascinio pelo desiludido. dizendo ter poder com o controle remoto de sua propria incapacidade motora ofuscado pelo brilho do quadradilho sem notar que é um abismo ou mais. olha as criaturas na cidade para la e para cá a modo formigas toximas, tentando deixar de ser consumidor para passar a ser fornecedor. deixando de lado os precipicios, a chuva de leve caindo olhares de trocadilhos. fumaça subindo ? meu amigo que horas essa chuva vai passar? ? pra gente se encontrar? ! fumar, beber, degustar, saber! a cidade iinundada não pára. da balostrada não vejo você. ......................................................................................................................................... Kd vc meu amigo guebo!?

segunda-feira, 7 de maio de 2012

VIDA NOTURNA (trecho)

II

E jogar sinuca
na vida noturna
é foda;
sinuca é um jogo
de aperto psicológico
imenso;
e na noite tudo
é como The Who,
tudo é como Jogar
(invisivelmente)
um Marlboro ao peito
de outrem e olhar
feio no fundo do olho
e sorrir.

Malandro, na noite
roupa branca não adianta.
Não adianta só saber,
tem que escrever,
jogar sinuca,
saber as manhas de todos
os dengos, não adianta:
roupa branca, só
depois que teu trabalho
já for certo,
também isso
e é preciso
só ouvir The Who-
Só não.

É preciso ouvir a noite
onde os jogos nasceram
e acontecem,
agradeço de antemão aos Jogos,
por me terem dado àquela hora,
que não era
nem do meu nascimento
nem do meu parto,
apenas sete poemas
jogos invisíveis
I II III IV V VI VII,
- e é bom que
brinco-te, noite,
com o romano -
muito diurnos
para este,
sete poemas
de dez versos
tão abstratos
como eu era outrora;
hoje "o som
dos cara é
barril", e
os caras do som
pedem sempre outra.

O rock’n’roll,
os novos anos
’22 já estavam
aí à noite, e do meu lado
um homem do
prato como Edith,
e o anjo do
outro ombro
vestido de
camisa curta
preta rasgada
na barriga:
"punks make
peace offer" e
eu comungo
nesta oferta
de paz.

(...)

segunda-feira, 19 de março de 2012

O QUE A ARTE QUER?

"Olha, vem comigo aonde eu for
Seja minha amante, meu amor
Vem seguir comigo o meu caminho
E viver a vida só de amor" (Roberto)

"Que gamação
Não sei se fico
Ou se meto o pé
Na estrada" (Ben)

"Tumulto, corra que o tumulto está formado
Vem cá, vem vê, vem cá, vem vê-ê
Que dentro do tumulto pode estar você" (Rappa)

"Em 'Cisne Negro' (Aronofsky), a duras penas, Natalie Portman cria asas e voa. Arte = entrega (ref.masturbação). Paroxismo e paradoxo. Sonho." Reflexão acerca do Oscar: o cineasta sonha a realidade e então a realidade se torna sonho (a matéria de nós). E se em 2012 nos permitirmos (sonhar)?

Ao artista, não basta ser Agente da Transformação. É preciso transfigurar a Realidade: em prosa cristalina, sonho cinético, delírio fractal." (Buarque)

"Qualquer dia, qualquer hora..." (Lenine)

"Adeus, Guanabara! É hora do nosso passeio!" (Froes)

"Ter a visão de um mundo diferente, um mundo onde tempo já não é mais dinheiro, mas arte." (Paz)

quinta-feira, 15 de março de 2012

depois...

Quando é que vai ser a proxima festinha??
Onde vou te encontrar?
...vc nunca está sozinha...
sempre com ar de sucumbir..
de elevar-se.
Preciso olhar nos seus olhos
novamente e quem sabe
me sentir vivo, ou parcialmente!
Essa perfeição contradotória
completamente me inclina, me fascina,
é como um feitiço...
uma topada.
Não adianta bater na mesma porta,
pois cada universo tem seu tempo.
Uns dias em choque,
outros em tempestades...
outros sem o acaso da sorte.
E agora está ficando tarde demais
para as demandas variadas de equações do futuro.

domingo, 4 de março de 2012

O rito (15.11.09)

Sou
uma alfazema ambulante.
Sou
o céu emaconhado.
Cheiro, nevo, ando
no ônibus ouro.
Furto e sem achar
procuro a quem me buscou.
Assim saio
inexplicavelmente
todos dias santos.
Como se vive quando se vivem
todos os dias?
Hoje, um rito;
aguento a quantas me testem.
É noite verei vejo, verei vejo
cá e lá
eu sim o carente
elas sim a me matar
tirar a manufatura do meu corpo.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Mensagem

Ando solitário agora.
Tudo brinda no meu eu.
Meus sonhos sozinhos minam
Minha própria consciência
Fazendo-me enxergar claramente
Coisas em vão -cotidiano-, me
Refujo olhando para minhas próprias
Pernas sem me importar aonde podem
Me levar, looonge. Olhando para as
Mãos sinto vontade de pegar os sonhos,
Aos olhos restou apenas o caos.
O resto é nada. (A. G.)
A guerra está posta. Está claro. E o amor? O amor é mais complicado.
A guerra está posta. Está claro. Mas e o amor? O amor é muito caro.
A guerra está posta. Eu sou um soldado. Todos somos. E a paz?
A guerra está posta. Este poema é uma flecha no dia de Oxóssi.

Datada a situação presente, o atual momento presente, a este momento chamamos de ... Este dia é hoje, ontem foi ..., um está depois do outro. Diante disto tudo, que fazer? Senão lutar? E fritar. E fazer. Bolar o mundo. Enfrentar esta fantástica, ser na plenitude das grandes possibilidades, encarar os medos desta fase histórica, guerra imortal, eterna vida, eternidade.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Ter impetos e voar.

Silêncio...
misteriosa expressão da alma,
insondável oceano.
Secreta voz das montanhas e rochedos cinzas.
Ancias.
Manhas suaves, serenas manhas,
tão mansas e tão macias...
que parece ser feita de penas.
Feita de melodias.
De sublime luz!
Tudo à libertação...tudo ao prazer convida (vida).
Sinto indefinidas ancias...
ignorado, distante, pleno, em labirinto...
Gozo sentir-me em plena liberdade,
longe do "julgo" dos bons homens e da ronda da velha sociedade.
Nestes campos tão vastos,
acostumado a andar quilometros...
meus olhos ascendem (ao vislumbrado avanço de luz).
Tentando abandonar meus mebros já gastos...
e saltar e saltar e saltar e saltar com alma de criança
exposta ao sopro rijo do inclemente vento,
com olhos de quem lembra as folhas perdidas.